NR35, epilepsia e o preparo do eletroencefalograma com o eSocial: por quê do EEG para o seu funcionário.

No último dia 26 de março, foi a data escolhida para a conscientização internacional da epilepsia, que passou a ser chamada de purple day, chamando a atenção para uma afecção importante, que possui, infelizmente, muito preconceito. Esse dia foi criado em 2008 por uma criança canadense, portadora do distúrbio, que escolheu a cor roxa em homenagem a planta lavanda, como demonstração de que nenhum paciente portador de epilepsia devia se sentir sozinho. Mas você sabe o que é epilepsia? https://www.youtube.com/watch?v=OnS6rPwnWeU

A epilepsia é um distúrbio cerebral gerador de crises epilépticas, caracterizadas pela atividade anormal excessiva dos neurônios cerebrais ou de um grupamento dos neurônios. Este distúrbio é também comum a diversas doenças. https://www.youtube.com/watch?v=wXJNIFI02eE

O distúrbio é conhecido na medicina desde a época de Hipócrates e Galeno, sendo considerado naquele período apenas como sintoma. No séculos XIX e XX, diversos autores consideravam a epilepsia uma doença, mas só na década de 80 que o conceito de síndrome (conjunto de sinais e sintomas) epiléptica foi introduzido no meio médico. https://www.youtube.com/watch?v=CT4gjIUch2o

O diagnóstico de epilepsia é feito a partir de mais de uma crise epiléptica com intervalo de no mínimo 24 horas. Ou seja, um episódio único não é indicativo  de epilepsia. Para o médico que atende o doente, é importante saber como foram as crises, se existe algum fator que tenha desencadeado a crise, como agentes tóxicos, álcool ou alguma outra doença prévia. https://www.youtube.com/watch?v=5HcQicrB5w8

Após ser feito o diagnóstico, o tratamento medicamentoso (geralmente um comprimido por dia) tem como interesse apenas a tentativa de evitar as crises, eliminando a atividade anormal do cérebro, e assim, favorecendo uma boa qualidade de vida ao indivíduo. https://www.youtube.com/watch?v=ksBBRo7NB-0&t=88s

Estima-se que cerca de 2% da população mundial seja portadora de epilepsia, podendo ser maior em países em desenvolvimento como o Brasil, e cerca de 70 % dos portadores apresentam formas benignas do distúrbio, sendo o tratamento muito semelhante ao de um paciente hipertenso ou diabético. https://www.youtube.com/watch?v=iRM_ThuCWLg&t=126s

A epilepsia não é contagiosa, portanto não se preocupe. Também não devemos pensar que a pessoa com epilepsia seja um portador de doença mental ou loucura, por isso não tenha medo nem preconceitos. Além disso, o fato de um dos pais ser portador de epilepsia não aumenta a chance da criança nascer com o distúrbio, permanecendo a probabilidade igual ao de um casal que não possua epilepsia.

O que fazer ao me deparar com alguém em crise epiléptica?

1-  Não se desespere e tente manter a calma;
2-  Geralmente as crises do tipo convulsivas duram apenas poucos segundos ou minutos;
3-  A crise passa sozinha;
4-  Durante a crise, mantenha a cabeça do indivíduo apoiada para que evitemos qualquer tipo de trauma;
5-  Tente colocar o indivíduo de lado, impedindo que ele se asfixie com a saliva ou com o vômito;
6-  Ele jamais conseguirá engolir a língua, um músculo que se contrai igualmente aos demais, portanto não se preocupe;
7-  Não coloque nenhum objeto dentro da boca do indivíduo, isso poderá machucá-lo;
8-  A saliva, se respingar em sua pele, não causará nenhum dano a sua saúde. Lembre-se, epilepsia não é contagiosa.

Se algum parente, colega de trabalho ou amigo apresentar uma crise epiléptica, encaminhe a um médico e lembre-se, não tenha preconceitos contra o distúrbio.

Por que o Eletroencefalograma (EEG) é importante na epilepsia e qual é o seu preparo?

O Eletroencefalograma (EEG) foi criado por um médico psiquiatra alemão de nome Hans Berger, no início do século passado, mais precisamente em 1929, o que passou a possibilitar o registro das correntes elétricas no cérebro humano, criando uma nova área importante da ciência médica, a neurofisiologia clínica.  https://www.youtube.com/watch?v=CT4gjIUch2o

Desde então, o EEG passou a exercer uma importante ação no diagnóstico de diversas patologias, principalmente no caso da epilepsia, já que está frequentemente associada a alterações neuronais das correntes elétricas cerebrais, o que chamamos de descargas epileptiformes. https://www.youtube.com/watch?v=5HcQicrB5w8

O EEG é um importante exame, já que é de fácil realização e de baixo custo, sendo um dos mais importantes atores no auxílio diagnóstico da epilepsia. http://blog.healthwork.com.br/quais-exames-devem-ser-feitos-num-exame-admissional

Embora seja fácil de realizá-lo, não significa que o EEG não tenha técnica e um ritual específico, exigindo certo preparo do paciente, que pode alternar entre o descanso na noite que precede o exame ou a completa insônia, a depender da necessidade e da investigação do exame, sendo o mais comum o descanso pleno na noite anterior. Além disso, pedimos que os pacientes não cessem o uso de suas medicações, e que evitem gel ou cremes capilares, já que o EEG exige o uso de uma pasta condutora de correntes elétricas específica. http://blog.healthwork.com.br/quais-empresas-precisam-do-pcmso

Para iniciar o EEG, é necessário conectar diversos eletrodos (25 eletrodos) de estanho no couro cabeludo do paciente, que receberam um pouco de pasta condutora. Em seguida, inicia-se o exame, que possui fases de estímulo visual com luz, o que chamamos de foto-estimulação. http://blog.healthwork.com.br/quem-assina-o-pcmso-com-o-esocial

O exame dura cerca de 20 a 30 minutos em média, que devem ser respeitados pelo técnico ou pelo médico que estiverem executando o EEG.

A Healthwork respeita as regras e fases de execução do EEG, e o faz com técnicos especializados e com médicos neurologistas ultra-especialistas. https://www.youtube.com/watch?v=iRM_ThuCWLg&t=153s

É importante salientar que o EEG possui regras de instalação predial específicas, necessitando um excelente aterramento e garantindo um baixo nível de Ohms, o que é garantido pela Healthwork em todas as suas unidades. https://www.youtube.com/watch?v=ksBBRo7NB-0&t=92s

O EEG é um excelente e importante exame para a investigação de doenças e afecções cerebrais de indivíduos que trabalharão em altura e em outras funções, por isso confie no seu médico do trabalho e no PCMSO que ele criou. http://blog.healthwork.com.br/quais-exames-um-motoboy-deve-fazer-na-admissao-com-o-esocial

Mas o por quê da NR35 e  dos exames para trabalho em altura?

Imagine um indivíduo, o Sr. Manuel, que não sabe ser portador de epilepsia, e que foi contratado para uma empresa, em uma função que necessita de trabalho em altura, por exemplo. http://blog.healthwork.com.br/nr35-o-trabalho-em-altura-e-o-traumatismo-cranioencefalico-o-porque-dos-exames-complementares-para-o-trabalho-em-altura

Sr. Manuel é contratado de imediato, mas a empresa desconhece o que determina a NR35, manda o indivíduo realizar um “examezinho admissional avulso” (que é ilegal), que mais se parece com a benção de um padre de tão rápido que é, e o novo funcionário é considerado apto para o trabalho em altura, iniciando suas atividades laborais imediatamente no dia seguinte ao “exame avulso”, pois a empresa fechara um contrato e possui muita necessidade para novos trabalhadores.

O Sr. Manuel, pai de duas crianças pequenas, inicia suas atividades sem receber um treinamento para o trabalho em altura, ou sem se saber se ele possui fobia de altura. http://blog.healthwork.com.br/exame-admissional-ou-exame-pre-admissional-qual-e-o-certo

Em seu primeiro dia de trabalho na sua nova empresa e função, o Sr. Manuel apresenta uma crise de epilepsia sob trabalho em altura, cai, bate a cabeça, e apesar de ser socorrido de imediato pelos colegas de trabalho, vem a falecer no hospital horas depois. E agora? Quanto custa a vida do Sr. Manuel? E agora, o que serão dos filhos do Sr. Manuel?  http://blog.healthwork.com.br/nr35-o-trabalho-em-altura-e-o-traumatismo-cranioencefalico-o-porque-dos-exames-complementares-para-o-trabalho-em-altura

Por isso, sempre lembramos e reforçamos que o médico do trabalho precisa conhecer as características de cada trabalho, das funções e da empresa, e por isso todo empreendimento deve possuir um médico coordenador  da saúde do local, conforme determina a NR7, formulando um bom programa de saúde da empresa (PCMSO), sempre com o intuito da prevenção das doenças e dos acidentes do trabalho. http://blog.healthwork.com.br/quais-empresas-precisam-do-pcmso

Além disso, os exames complementares para as pesquisas de doenças que afetem o trabalho em altura, determinados no programa de saúde da empresa (PCMSO), pelo médico do trabalho, devem sempre ser bem executados, laudados e analisados, respeitando o tempo e a técnica necessária para cada exame, o que parece óbvio, mas nem sempre são cumpridos pelos locais onde se realiza o tal “examezinho avulso ilegal”. Pense nisso. http://blog.healthwork.com.br/quem-assina-o-pcmso-com-o-esocial

Mas por quê a Healthwork?

Fundada em 1995 pelo Dr. Ailton, e com a missão da prevenção das doenças e acidentes do trabalho, a Healthwork tem como objetivo a resolução de problemas, que está nas nossas bases LEAN. Ou seja, gostamos de resolver problemas, e nossos colaboradores são estimulados a não só apresentar e evidenciar um problema, mas a resolvê-los juntos desde o primeiro dia de Healthwork, e quanto mais complexos melhor, pois um problema é sempre uma oportunidade de melhoria. https://www.youtube.com/watch?v=CT4gjIUch2o

Por isso, vamos ajudá-lo a resolver os problemas de saúde e segurança do trabalho da sua empresa, melhorar os processos já existentes e entregar um serviço 100% correto e completo. https://www.youtube.com/watch?v=iRM_ThuCWLg&t=125s

Nossa equipe é treinada para sempre focar na experiência perfeita, com um atendimento humanizado e respeitoso, ou seja, os seus funcionários serão bem examinados e os resultados dos exames checados e laudados por médicos ultra especialistas. https://www.youtube.com/watch?v=5HcQicrB5w8

Você sabia que a Healthwork possui processos Lean bem desenhados e uma importante parceria com o Lean Institute Brasil para cada vez melhor atender a sua empresa? Além disso, sabia que possuímos um sistema 100 % internet preparado para a linguagem do eSocial? https://www.youtube.com/watch?v=iRM_ThuCWLg&t=1s

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Venha para a experiência perfeita!

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